Autoaperfeiçoamento: teoria e prática (Rudolf Allers)
Obra essencial para todos que sentem algum nível de insatisfação consigo mesmo e desejam tornar-se diferentes. Baseado na vasta prática clínica do psiquiatra Rudolf Allers, o livro contém uma descrição de diversos obstáculos que o ser humano encontra no desenvolvimento da sua vida pessoal, profissional, moral e espiritual, assim como formas de superá-los. A escrita simples e objetiva de Allers torna esse livro acessível para todos.
A consolação da filosofia (Boécio)
Escrito pelo fílosofo Boécio, considerado um dos principais intelectuais da Idade Média, esse livro é um tratado de como lidar com o sofrimento humano em seus níveis mais profundos. O livro foi composto enquanto o autor estava preso injustamente, sendo torturado, e retrata um diálogo entre ele mesmo e uma figura espiritual, que representa a filosofia. Nos seus discursos, ela demonstra que diante dos sofrimentos mais intensos é que podemos compreender o sentido mais profundo da nossa existência.
Confissões (Santo Agostinho)
Considerado um dos textos mais importantes da literatura ocidental, as confissões de Santo Agostinho nos mostra como os principais conflitos da vida humana se mantém os mesmos ao longo dos séculos, apesar de todas as mudanças tecnológicas pelas quais as sociedades passaram. Além de mostrar formas de lidar com esses conflitos, o livro trata de temas filosóficos e teológicos axiomáticos, como a descrição da natureza humana e seus conflitos, a origem do mal no universo e como se posicionar diante dessas realidades
A presença ignorada de Deus (Viktor Frankl)
Considerada uma das obras magnas de Viktor Frankl, A presença ignorada de Deus é um dos livros mais profundos de psicologia da religião. Nela, Frankl demonstra a existência de inconsciente espiritual, presente em todos os seres humanos, além de argumentar pela existência de um aspecto transcendente da consciência que, quando ignorado, gera diversas formas de comportamento neurótico compensatórios.
Puer Aeternus: a luta do adulto contra o paraíso da infância (Marie-Louise von Franz)
Essa obra descreve com maestria o conflito da criança eterna, ou do homem que se recusa a crescer. O apego às fantasias infantis de grandeza e a representação neurótica da vida cotidiana como prisão, são algumas das características desse tipo de caso clínico que, ao rejeitar as responsabilidades e limitações da existência, perde inadvertidamente o sentido desta. Livro fundamental em nossa época, onde a tecnologia nos possibilitou sacrificar cada vez mais a realidade para viver em um mundo de ilusões criadas por nós mesmos.